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sexta-feira, 30 de março de 2012

Brasil fica no 88º lugar em ranking de educação da Unesco

O Brasil manteve a mesma posição do ano passado e ficou no 88º lugar de 127 no ranking de educação feito pela Unesco, o braço da ONU para a cultura e educação. Com isso, o país fica entre os de nível "médio" de desenvolvimento na área, atrás de Argentina, Chile e até mesmo Equador e Bolívia.
A classificação foi feita a partir de um índice criado para medir o desempenho das nações em relação a metas de qualidade para 2015 estabelecidas na Conferência Mundial de Educação de Dacar, em 2000.
Entre os objetivos a serem atingidos estão ampliar a educação infantil, universalizar o ensino primário, combater as desigualdades de gênero na área e melhorar a qualidade.
O "Relatório de Monitoramento Global", lançado nesta terça-feira em Nova York, mostra como cada país está se saindo em relação a esses objetivos. O programa de combate ao analfabetismo no Brasil é apontado como um exemplo, embora o país tenha cerca de 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever, e os dados mostram que o país é um dos que mais aumentou seus investimentos em educação.
Por outro lado, o documento mostra que o país ainda tem muitas crianças fora da escola (cerca de 600 mil) e que esse número pode subir se a inclusão não for acelerada.
CONFLITOS ARMADOS
O documento da Unesco trata ainda de conflitos armados e mostra que eles tiram 28 milhões de crianças das salas de aula. A situação é agravada porque 21 países gastam mais com a área militar do que com o ensino primário. O texto defende também uma maior ajuda das nações desenvolvidas para combater o problema.

Veja a tabela.

FOLHA - ANGELA PINHO
DE BRASÍLIA

sábado, 24 de março de 2012

Ong Repórteres Sem Fronteiras é retirada da lista da Unesco

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) retirou de sua lista de ONGs associadas a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) na quinta-feira (08). A Unesco julgou os métodos utilizados pela RSF incompatíveis com os valores éticos do jornalismo. A RSF, desde a sua fundação pelo “jornalista” francês Robert Ménard, em 1985, é financiada por, entre outros, o Departamento de Estado dos Estados Unidos. E seu trabalho principal é fazer propaganda contra os países progressistas da América Latina. Tudo sob a orientação atenta da CIA. Os nossos jornais “tão livres” estão sempre repetindo matérias produzidas pela RSF contra países como Bolívia, Venezuela, Equador e outros. Leia matéria da Carta Capital aqui.

Do Fórum de Professores de Jornalismo