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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Brasileiro reconhece importância da leitura, mas prefere outras atividades

O brasileiro sabe da importância da leitura para progredir na vida, mas continua considerando a atividade desinteressante. Este é o principal diagnóstico da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada nessa semana pelo Instituto Pró-Livro. Foram entrevistadas mais de 5 mil pessoas em 315 municípios e os resultados apontam que apenas metade delas pode ser considerada leitoras. O critério é ter lido pelo menos um livro nos últimos três meses.
Entre os participantes, 64% concordaram totalmente com a afirmação “ler bastante pode fazer uma pessoa vencer na vida e melhorar sua situação econômica”. Mas 30% disseram que não gostam de ler, 37% gostam um pouco e 25% gostam muito. Entre os não leitores, a principal razão para não ter lido nos últimos meses é a “falta de tempo”, apontada por 53% dos entrevistados. No topo da lista aparecem também justificativas como “não gosto de ler” (30%) ou “prefiro outras atividades” (21%).
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domingo, 6 de novembro de 2011

Música como ciência

Você sabia que, além de astrônomo, físico, matemático e filósofo, Galileu Galilei (1564-1642) também tinha formação em música, sobre a qual chegou a escrever em um de seus tratados teóricos? Porém, a concepção musical do cientista italiano era muito diferente da de seu pai, o músico prático e teórico Vincenzo Galilei (1533-1591). Ao contrário do que Galileu e alguns teóricos musicais defendiam no século 16, Vincenzo demonstrou que a música não poderia ser embasada nas ideias pitagóricas abstratas vigentes na época de razões de números inteiros, mas sim no fenômeno físico sonoro. Essa contribuição do pai de Galileu para a história da música e da ciência é relatada no livro Vincenzo Galilei contra o número sonoro, publicado em setembro com apoio da FAPESP. A obra é resultado do projeto de doutorado em história da ciência da pesquisadora Carla Bromberg, realizado na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. O livro aborda um período anterior à Revolução Científica sobre o qual, segundo a autora, há poucos estudos na história da ciência. Formidável!!!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Era da eScience

O Instituto Microsoft Research-FAPESP de Pesquisas em TI e a editora Oficina de Textos lançarão oficialmente, no dia 3 de novembro, o livro O quarto paradigma – descobertas científicas na era da eScience. Organizado por Tony Hey, vice-presidente corporativo da Microsoft Research Connections, Stewart Tansley, diretor da Microsoft Research Connections, e Kristin Tolle, diretora da Microsoft Research Connections Team’s Natural User Interactions, o livro apresenta pesquisas para a formulação do chamado “quarto paradigma” – uma nova metodologia de desenvolver ciência, baseada no uso intensivo de dados e na utilização de computação avançada para interpretar essas informações e criar conhecimento. Curtiu? Mais informações: www.ofitexto.com.br/produto/o-quarto-paradigma.html .

sábado, 24 de setembro de 2011

Plantas daninhas são tema de livro

O Núcleo de Estudos Avançados em Ciência das Plantas Daninhas (NAPD), da UEM, está lançando o livro Biologia e Manejo de Plantas Daninhas. O evento será realizado na próxima quinta-feira (29), no Bloco I-45, às 17 horas. O livro é de autoria dos professores do Departamento de Agronomia, Rubem Oliveira e Jamil Constantin, além da professora. Miriam Inoue, da Unemat. Na oportunidade, também será lançada a sexta edição do livro Guia de Herbicidas, de autoria do pesquisador Benedito Noedi Rodrigues, do IAPAR.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Teatro e vida de Suassuna

O contexto cultural e político do Nordeste da década de 1930 e a biografia marcada por intrigas e tragédias de família tiveram reflexo profundo na trajetória artística do dramaturgo Ariano Suassuna, de acordo com um estudo que tomou como ponto de partida a análise das oito peças teatrais escritas pelo autor entre 1947 e 1960. O resultado da pesquisa é o livro O Brasil dos espertos – Uma análise da construção social de Ariano Suassuna como criador e criatura, que teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Publicações e foi lançado no dia 2 de setembro em São Paulo.
Além da análise das peças teatrais, da pesquisa em arquivos da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife, em jornais e em revistas, Dimitrov baseou seu estudo em uma série de artigos publicados por Suassuna no Jornal da Semana, uma pequena publicação da capital pernambucana. Embora os artigos tenham sido publicados na década de 1970, bem depois dos acontecimentos que marcaram a infância de Suassuna, é neles que o dramaturgo conta diretamente sua versão dos fatos.
O Brasil dos Espertos
Autor: Eduardo Dimitrov
Lançamento: 2011
Preço: R$ 44
Páginas: 332
Mais informações: www.alamedaeditorial.com.br

sábado, 3 de setembro de 2011

Wilame Prado Lança seu primeiro livro

“Foi numa sexta-feira. Não tinha ido trabalhar naquele dia, por isso estava exercendo o ócio no quintal de casa. A sombra era amena e o sol enamorando as nuvens possibilitava uma iluminação tenra no espaço da minha visão”. É assim que começa o conto “Charlene Flanders, que voava em seu guarda-chuva roxo, mudou minha vida” e que dá nome ao primeiro livro do jornalista e escritor Wilame Prado, publicado pela Editora Multi Foco. Ele foi meu aluno no Cesumar, grande Wilame.
O lançamento está marcado para acontecer no dia 15 de setembro, às 20h, no salão social do Sesc de Maringá. Ao todo são 37 contos caprichosamente reunidos e ilustrados com fotos captadas pelas lentes de Gustavo Wittich. Apesar de ser a primeira obra publicada de Wilame Prado, o escritor já pode ser considerado um veterano nas prosas curtas e médias. Prova disso é que ocupou por três anos a coluna, “Crônico”, do caderno D+ do Jornal O Diário do Norte do Paraná, ganhou Menção Honrosa no Concurso Literário Vitavision e ficou e segundo lugar no IV Concurso Nacional de Contos de Cordeiro – Troféu Machado de Assis.
Semana Literária do Sesc
O lançamento do livro “Charlene Flanders, que voava em seu guarda-chuva roxo, mudou minha vida” integra a programação da Semana Literária do Sesc, que tem início no dia 12 de setembro. Estarão presentes durante a semana Fabrício Carpinejar, Affonso Romano de Sant’Anna, Milton Hatoum e Alice Ruiz.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Yes nós temos bananas


Uma pesquisa sobre a trajetória singular da atriz franco-brasileira Eliane Lage – mito do cinema brasileiro na década de 1950 – acabou revelando perspectivas inéditas a respeito da história da Companhia Cinematográfica Vera Cruz. O estúdio, inaugurado em 1949, representou uma controversa tentativa de industrialização do cinema paulista e marcou época em seus meteóricos quatro anos de existência. O resultado do trabalho, realizado pela historiadora e documentarista Ana Carolina de Moura Delfim Maciel, pode ser conferido no livro Yes nós temos bananas – Cinema industrial paulista: a Companhia cinematográfica Vera Cruz, atrizes de cinema e Eliane Lage, que será lançado no dia 26 de setembro, em São Paulo. A obra teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Publicações. Maciel co-dirigiu o documentário Eliane (2002) com o cineasta Caco Souza, sobre a atriz. O lançamento contará com a presença da própria Eliane Lage, que completou 83 anos em julho. Comparada a estrelas como Greta Garbo e Ingrid Bergman, Lage nunca desejou ser atriz e abandonou a carreira artística após seu quinto filme, Ravina, ainda em 1958, no auge da beleza física. Avessa a entrevistas, ela vive no interior do Goiás.
Serviço
Yes nós temos bananas – Cinema industrial paulista: a Companhia cinematográfica Vera Cruz, atrizes de cinema e Eliane Lage
Autor: Ana Carolina de Moura Delfim Maciel
Lançamento: 2011
Preço: R$ 72
Páginas: 376
Mais informações: www.alamedaeditorial.com.br

sábado, 27 de agosto de 2011

Livro analisa capa de revistas

A professora do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá (DFE/UEM), Ana Cristina Teodoro da Silva, acaba de lançar o livro Temporalidades em Imagens da Imprensa: capas de revistas como signos de olhares contemporâneos (Eduem, 273 p.). O tema articula com sua mais nova atividade, que é a coordenação do curso de Comunicação e Multimeios da UEM.
A obra tem como objetivo fazer pensar no porquê de certos esquemas comunicativos serem bem sucedidos e operantes. Ana Cristina coloca em funcionamento articulações entre imagens, meios de comunicação, tempo e memória. São imagens da grande imprensa, privilegiadamente, as capas das revistas Manchete, Veja e Isto É senhor, em 1968/69 e 1989. Elas são analisadas, destacando as repetições temáticas, o uso codificado das cores e das representações dos corpos. Discute-se a ação da imprensa em dois momentos fundamentais da história brasileira do século XX: o início da censura, com o Ato Institucional AI-5, e o período de abertura, primeira eleição presidencial direta, após o período militar, agora, com grande influência da mídia imagética.
“A memória que temos de tais períodos é revisitada. São discutidas edições comemorativas produzidas pelas revistas que, muito significativamente, marcam o que foi importante no período, produzindo assim um narrativa geradora de sentido e, certamente, excludente. Tais sínteses produtoras de memória concorrem poderosamente para ordenar o que sabemos e o que esquecemos nos períodos em questão”, destaca Ana Cristina.
O livro pode dar suporte à reflexões e pesquisas sobre como as produções editoriais se apresentam e influenciam o nosso olhar.

Serviço:
Título: Temporalidades em Imagens da Imprensa: capas de revistas como signos de olhares contemporâneos
Autora: Ana Cristina Teodoro da Silva
Editora: Eduem – Telefone: 3011-4105
Volume: 273 páginas

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Lançamento de livro de Bonsiepe

Lançado na terça-feira, 16 de agosto, no MCB (Museu da Casa Brasileira), o livro Design, cultura e sociedade, de Gui Bonsiepe. Um dos principais teóricos de design do mundo, Bonsiepe, que foi professor visitante na Esdi, estudou e lecionou na Hochschule für Gestaltung, de Ulm, mais tarde trabalhando no Chile, na Argentina e também no Brasil, onde foi pesquisador do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e criou o LBDI (Laboratório Brasileiro de Desenho Industrial), em Florianópolis). Neste livro da editora Blucher, apresenta um panorama critico do desenvolvimento do design durante o século 20, apontando a preferência da disciplina por questões superficiais, como a estética e o lucro fáceis, e defendendo o desenvolvimento de uma ciência do design que pautaria a pratica projetual. Mais informações pelo telefone (11) 3032-3727 ou no site: http://www.cultura.sp.gov.br/.

sábado, 13 de agosto de 2011

As 100 dicas do Home Office

Você já pensou em trabalhar em casa, economizando todo o tempo perdido no trânsito e aproveitando a comodidade e infraestrutura do “lar doce lar”? O que para muitos não passa de um sonho, para quase cinco milhões de brasileiros, que adotaram a prática do home office, já se transformou em um verdadeiro estilo de vida. Pensando nessa forte tendência do mercado profissional, o casal curitibano Marina e André Brik vai lançar, no próximo mês de setembro, o livro As 100 dicas do Home Office, um guia básico para quem deseja montar e manter um escritório dentro de casa. Primeira publicação sobre o tema no Brasil, a obra aborda 100 tópicos, divididos em 11 capítulos, fundamentais para o exercício do home office. Mais informações no site www.gohome.com.br.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Mil Biografias Para Twitter

Você conseguiria descrever a vida de uma pessoa em apenas 140 caracteres? Esse foi o desafio do escritor Eduardo Diório Junior, que acaba de lançar o livro “Mil Biografias Para Twitter (Matrix Editora). O autor decidiu ir direto ao ponto e contar o que de mais importante aquela pessoa fez ao longo de sua vida ou carreira. Entre as personalidades biografadas estão políticos, celebridades, jornalistas, atrizes, atletas, apresentadores, entre outros. Segundo o autor, biografias são quase sempre longas e chatas, por isso surgiu a ideia de reunir em um único livro mil biografias curtas e com muito bom humor.

Vejas alguns exemplos:
Ashton Kutcher – O cara casou com a Demi Moore, tira onda com famosos e foi o primeiro a bombar no twitter, com um milhão de seguidores. Ah! Diz que é ator.
Grazi Massafera – Ex-BBB mais bem sucedida de todos os tempos, além de ser a mais gostosa, claro! Agora é atriz e garota-propaganda de todo tipo de produto.
Meryl Streep – Basta a mulher botar a cara na tela, por menor que seja o papel, e já é indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro. Até cantando Abba, imagine!
Rogério Ceni – Goleiro e sócio do São Paulo, sem paciência de ficar parado no fundo do estádio, sai e marca mais gols que a maioria dos jogadores por aí.

Natural de Londrina (PR), Eduardo Diório Junior é professor, linguista, escritor, dramaturgo e produtor cultural, tendo vários de seus contos premiados e publicados pelo país e espetáculos teatrais montados e premiados na região de Curitiba. Lançou um e-book infantil (O Identificador de Monstros) e, atualmente, desenvolve um projeto no twitter (http://twitter.com/140em140) sobre os clássicos da cultura.

Entre seus autores figuram nomes como Millôr Fernandes e Steve Martin, e best-sellers como "Chaves: foi sem querer querendo?", “Mothern”, "Guia do Pão-Duro" e “ANIMAQ – Almanaque dos desenhos animados”.

Mil Biografias Para Twitter
173 páginas
R$ 23,00

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Figurino teatral

Essa é para aqueles que estão se enveredando pelos cursos de artes de Maringá e região. Está nas prateleiras o livro Figrino teatral e as renovações do século XX, de Fausto Viana. A obra resgata o trabalho de criação de trajes cênicos de sete encenadores do século XX que de alguma maneira contribuíram para a renovação dos padrões de interpretação teatral. Adolphe Appia (suíço que ainda muito jovem decide mudar as formas de encenação contemporâneas), Edward Gordon Craig (inglês que decidiu renovar a cena teatral moderna no final do século XIX), Konstantin Stanislavski (criou um sistema de representação para atores que é utilizado na maior parte das escolas de teatro do mundo), Max Reinhardt (de origem austríaca, fez empreendimentos de qualidade em espaços não convencionais para o teatro), Antonin Artaud (francês que propôs novas formas de interpretação), Bertolt Brecht (teórico e encenador alemão) e Ariane Mnouchkine, diretora francesa que ainda dirige o Thêátre du Soleil.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Muchacha

Série publicada originalmente na Folha de S.Paulo, Muchacha é, nas palavras do autor, o primeiro "graphic-folhetim" da carreira de Laerte. Tendo como mote os bastidores de um programa de tevê, ele, ao mesmo tempo que cria uma elaborada - e divertida - revisão dos seriados de aventura da década de 1950, também faz uma espécie de resgate afetivo de suas memórias de infância. Assim como o trabalho que vem apresentando em sua tira diária no jornal, Muchacha tem inúmeras chaves de leitura. Pode-se explorar suas páginas em busca da resolução do suspense da própria trama. Pode-se buscar o humor que, se não tão óbvio quanto nos antigos personagens do autor - os gatos, o Capitão, o zelador etc. -, firma-se mais no campo das insinuações e alusões, alçando o livro a algo muito além de uma simples paródia. Combinando suspense, romance, memória e política, Muchacha vem para confirmar o papel de Laerte como um dos grandes artistas brasileiros em atividade.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Caso Clodimar Pedroso Lô

Relembrando... O livro Sala dos Suplícios: o dossiê do caso Clodimar Pedroso Lô foi lançado no final do ano passado, em Maringá, pelo historiador Miguel Fernando. Ele narra a tragédia ocorrida com Lô, menino pobre e migrante nordestino que, em 1967, foi vítima da violência policial ao ser acusado injustamente de furto. A pesquisa levou cerca de dois anos para ser concluída e, para endossar as teorias, o autor apresenta quase 80 fotos e o depoimento de 20 pessoas, que estiveram envolvidas direta ou indiretamente com o menino Lô. São personagens que mostram, muitas vezes, o outro lado da história. Formidável.

sábado, 4 de junho de 2011

Em tempos de liberação aqui pelo Brasil, um livro se destaca. Heróis e Exílios (Autêntica Editora, R$ 39,00, 216 páginas, formato 15,5cm x 22,5cm - 0800 28 31 322) aborda, fundamentalmente, o destino e as realizações de alguns indivíduos altamente talentosos, homens e mulheres, que se viram exilados por causa de sua homossexualidade. Entre eles, o artista renascentista italiano Benvenuto Cellini (1500-1571), a Rainha Cristina da Suécia (1629-1689), o poeta romântico inglês Lorde Byron (1788-1824), o dramaturgo irlandês Oscar Wilde (1854-1900), e o novelista americano James Baldwin (1924-1987). Alguns foram mandados para o exílio; outros escolheram fugir, para escapar à condenação e ao assédio da sociedade em que viviam. Escrito por Tom Ambrose e com tradução de Elisa Nazarian.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Teatro de Formas Animadas

A evolução do gênero teatral que utiliza bonecos, objetos e máscaras para representar pessoas, animais ou ideias abstratas é o tema do livro Teatro de Formas Animadas: Máscaras, Bonecos, Objetos , de Ana Maria Amaral, professora aposentada da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Lançado em 1993, a obra, que se tornou referência central na bibliografia brasileira de estudos cênicos, estava esgotada e acaba de ganhar uma nova edição, pela Editora da USP (Edusp). Amaral também é autora de O Teatro de Bonecos no Brasil e em São Paulo de 1940 a 1980 (1994), O Teatro de Marionete no Brasil , Teatro de Animação (1997) – que teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Publicações – e O Ator e seus Duplos (2002). Mais informações: http://www.edusp.com.br/

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Bienal do Livro no Rio

No dia 1º de setembro acontece a Bienal do Livro Rio, um dos eventos mais esperados pelos amantes da leitura do Brasil, porque reúne grandes nomes da literatura, as mais renomadas editoras e agentes literários do país e traz as últimas novidades editoriais da literatura brasileira. O evento será realizado no Centro de Eventos Riocentro. A empresa responsável pela organização é a Fagga Eventos, que pode ser contatada pelo telefone (11) 3044-4410.