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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Cresce procura por notícias na internet

Quais dispositivos o brasileiro usa para consumir notícias online e como isso acontece em cada hora do dia? Como está o avanço da audiência nas diversas regiões do País? Qual o papel de buscadores e redes sociais na geração de tráfego para sites noticiosos? Para responder essas e outras perguntas importantes sobre a audiência web no Brasil, o Instituto Verificador de Circulação (IVC) acaba de lançar estudo com dados sobre a origem do tráfego online. O levantamento foi baseado em informações de ferramentas web analytics, entre janeiro e dezembro de 2011. No total, o Instituto verifica a audiência de 67 websites e 21 deles fizeram parte da amostragem da pesquisa.
O documento compilado pelo IVC revela crescimento médio de 29% da audiência web no Brasil. A segmentação por regiões aponta alta mais forte no Nordeste, com aumento de 50%. Além do crescimento orgânico, a pesquisa mostra a participação de cada região, considerando todo o tráfego. Outro destaque do estudo é referente ao acesso móvel. O Instituto constata aumento de 400% na utilização de aparelhos móveis. A evolução é ainda maior no caso dos smartphones, que tiveram elevação de 563% na geração de tráfego. O estudo também mostra detalhamento exclusivo com os acessos por dispositivos divididos por faixa horária.
O papel das redes sociais e dos buscadores na busca por notícias também foi abordado, com a participação individual e variação ao longo do ano passado. O movimento mostra forte evolução do Facebook e a supremacia do Google entre os buscadores. Além disso, é possível conhecer os navegadores que estão na preferência dos brasileiros e, até mesmo, quais as marcas de smartphones mais usadas no acesso à web.
Segundo Pedro Martins Silva, presidente executivo do IVC, a internet como fonte de notícias está em franco crescimento, favorecida por melhor qualidade da banda larga e maior pluralidade na oferta de dispositivos. “A segmentação por regiões brasileiras indica que o crescimento mais acelerado acontece nas localidades de menor uso proporcional”, ressalta. Para o executivo, o IVC dá um enorme passo ao disponibilizar o estudo da audiência web. “A iniciativa amplia significativamente o volume de dados disponíveis no mercado. Esta é a
contribuição do IVC para fomentar reflexões sobre a comunicação nos meios digitais. Os novos dados devem dar novos parâmetros para nortear o planejamento de campanhas e direcionar os investimentos em mídia”, enfatiza.

Mulheres tiram fotos, homens preferem games e vídeos

De acordo com pesquisa da Ericsson, realizada em 9 cidades, mais de 40% dos usuários de aparelhos móveis usam os dispositivos para navegar na Internet. Com um número cada vez maior de smartphones no Brasil, já é possível notar comportamentos como uma preferência dos homens por serviços de entretenimento e das mulheres pelos serviços de comunicação, de acordo com um novo estudo do ConsumerLab, laboratório de pesquisas de comportamento da Ericsson.
O levantamento, intitulado “Smartphone: um aparelho diferente para homens e mulheres”, aponta também que 77% das mulheres entrevistadas usam o smartphone para tirar fotografias, contra “apenas” 57% dos homens. A melhoria da qualidade das câmeras desses aparelhos, que ficam entre 8MP e 12MP nos modelos mais recentes, pode ser apontado como um dos principais fatores para esse uso em grande quantidade.
Por outro lado, os homens são líderes no quesito enviar mensagens com fotos e imagens, as chamadas MMS. Quase 50% dos entrevistados disseram realizar essas atividades, em comparação com 27% das mulheres, que, por sua vez, lideram no envio de SMSs e no uso de softwares VoIP, como o Skype.
E, como são mais focados em serviços de entretenimento, os homens jogam mais games nos smartphones do que as mulheres: 35% contra 15%. Os entrevistados também disseram assistir mais vídeos (no YouTube) e TV digital nos seus aparelhos mobile do que as mulheres. Além disso, os homens lideram o download de novos aplicativos nos aparelhos, por meio de lojas como a App Store e a Google Play.
Outro dado interessante revelado pela pesquisa é que mais de 40% dos usuários de smartphones no país utilizam o aparelho para navegar pela Internet, enquanto que 33% deles usam o dispositivo para acessar as mídias sociais diariamente.
De acordo com o estudo, os homens usam mais seus smartphones para acessar as redes sociais, como Facebook e Twitter. Quase 50% dos entrevistados leem e verificam redes sociais por meio dos aparelhos, contra 39% das mulheres. Além disso, os horários preferidos para os homens fazerem isso são durante a tarde e no final do dia, especialmente em trânsito. Enquanto que as mulheres lideram os acessos no período da manhã, antes de sair da cama, durante o almoço, e depois no final do dia, novamente na cama.
A pesquisa foi realizada pela Ericsson em 2011 com 1.511 pessoas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Belém, Fortaleza, Recife e Salvador.

Internet atrai mais que salário para jovens

Acesso liberado a mídias sociais no ambiente corporativo, liberdade de escolha da plataforma de trabalho e flexibilidade de jornada podem, num futuro bem próximo, ser mais decisivos na escolha do emprego do que o salário oferecido pela empresa.
Uma pesquisa feita pela Cisco com cerca de 3.000 universitários e jovens profissionais, com idades entre 18 e 29 anos, indicou que boa parte dos pesquisados (um terço dos 1.441 universitários) valoriza a internet como item básico da necessidade humana -como "água" e "ar".
É nesse contexto que 2 a cada 5 pesquisados aceitariam salários mais baixos desde que tivessem mais flexibilidade em relação a mídias sociais, à plataforma usada no local de trabalho e à mobilidade. Mais da metade (56%) não aceitaria emprego numa empresa que proíbe acesso a redes sociais e 3 a cada 5 universitários creem ter direito de trabalhar longe da companhia ou em escalas flexíveis.
O estudo foi feito em 14 países, incluindo o Brasil, entre maio e junho de 2011.

Fonte: Folha de S.Paulo (ABINEE)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pesquisa diz que 40% das pessoas não largam celular nem no banheiro

Essa é pra acabar!!! Uma pesquisa desenvolvida por uma multinacional americana da área de informática e feita em vários países revelou que o telefone celular se tornou um item mais que pessoal para muita gente. No Brasil, são quase 250 milhões de aparelhos. Em qualquer lugar, a maioria das pessoas não dispensa um telefone celular com múltiplas funções.
O estudo confirma que o comportamento é universal – 40% das pessoas entrevistadas não largam o seu telefone nem quando estão no banheiro e 80% dormem com o telefone na cama.
Na pesquisa, 50% dos entrevistados acreditam que a vida social deles ficaria pior sem o smartphone. “Surpreende em parte, porque na realidade o brasileiro tem essa característica de sociabilidade, gosta de compartilhar toda a sua vida. Diferente dos japoneses e asiáticos que usam mais para jogos, nós brasileiros queremos mesmo vídeo e música, entretenimento”, explica o diretor de estratégia e novos negócios da Intel, Cássio Tietê.
Os adolescentes não sabem o que é viver sem o telefone celular. A pesquisa aponta que eles mandam, em média, três mil mensagens de texto por mês.

Sandra Passarinho
G1

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Maioria dos brasileiros nunca ouviu falar em e-books


Dados da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", divulgada hoje (28/3) pelo Instituto Pró-Livro, mostram que 70% dos entrevistados nunca ouviram falar dos livros eletrônicos. Dos 30% que já ouviram falar em e-books, 82% nunca leram um livro eletrônico. Os livros digitais são mais populares entre o público de 18 a 24 anos. A maioria dos leitores de e-books pertence à classe A e tem nível superior completo. De acordo com a pesquisa, 52% dos leitores são mulheres e 48% homens.
De acordo com o levantamento, as pessoas que têm acesso aos livros digitais ou leram pelo computador (17%) ou pelo celular (1%). A maioria dos leitores (87%) baixou o livro gratuitamente pela internet, desses, 38% piratearam os livros digitais. Apenas 13% das pessoas pagou pelo download.
Ainda segundo a pesquisa, os leitores aprovam o formato eletrônico dos livros digitais, e os consideram uma tendência. A maior parte dos entrevistados lê de dois a cinco livros por ano. No entanto, mesmo que muitos sejam adeptos dos livros digitais, a maioria dos leitores acha difícil a extinção do livro de papel.
O estudo realizado entre junho e julho de 2011 entrevistou mais de 5 mil pessoas em 315 municípios.
De acordo com o levantamento, o Brasil tem hoje 50% de leitores ou 88,2 milhões de pessoas. Se encaixam nessa categoria aqueles que leram pelo menos um livro nos últimos três meses, inteiro ou em partes. O brasileiro lê em média quatro livros por ano. Entre as mulheres, 53% são leitoras, índice maior do que o verificado entre os entrevistados do sexo masculino (43%).
A Bíblia aparece em primeiro lugar entre os gêneros preferidos, seguido de livros didáticos, romances, livros religiosos, contos, literatura infantil, entre outros.

* IDGNow, com informações da Agência Brasil

Brasileiro reconhece importância da leitura, mas prefere outras atividades

O brasileiro sabe da importância da leitura para progredir na vida, mas continua considerando a atividade desinteressante. Este é o principal diagnóstico da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada nessa semana pelo Instituto Pró-Livro. Foram entrevistadas mais de 5 mil pessoas em 315 municípios e os resultados apontam que apenas metade delas pode ser considerada leitoras. O critério é ter lido pelo menos um livro nos últimos três meses.
Entre os participantes, 64% concordaram totalmente com a afirmação “ler bastante pode fazer uma pessoa vencer na vida e melhorar sua situação econômica”. Mas 30% disseram que não gostam de ler, 37% gostam um pouco e 25% gostam muito. Entre os não leitores, a principal razão para não ter lido nos últimos meses é a “falta de tempo”, apontada por 53% dos entrevistados. No topo da lista aparecem também justificativas como “não gosto de ler” (30%) ou “prefiro outras atividades” (21%).
Leia mais.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Jornais e redes sociais

Os principais jornais do país já usam as redes sociais - Facebook, Twitter e YouTube - como ferramentas para acompanhar notícias, buscar personagens e fontes e checar boatos. Mas a maior parte ainda não tem uma política para para disciplinar o uso dessas redes pelos jornalistas.
A conclusão é de pesquisa feita pelo Grupo RBS e divulgada no seminário de comunicação digital "Os Desafios Éticos e Legais das Empresas Jornalísticas", realizado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) em São Paulo. O evento reuniu representantes de O GLOBO, Grupo O Estado de S.Paulo, Grupo Folha, Grupo RBS, Gazeta (do Espírito Santo) e Gazeta do Povo (do Paraná). Leia mais.

sábado, 13 de agosto de 2011

Barômetro de Engajamento de Mídia

Telespectadores brasileiros e mexicanos estão mudando seus tradicionais hábitos de consumo de vídeo em busca de um conteúdo mais variado. Esse é um dos principais resultados do Barômetro de Engajamento de Mídia da Motorola Mobility, estudo realizado no Brasil e no México pela Vanson Bourne, especializada em pesquisas do mercado de tecnologia. A pesquisa revela que os telespectadores mais jovens estão impulsionando a adoção de novos serviços, como vídeo via internet, e que consumidores no Brasil, México e outros mercados emergentes estão começando a adotar mídias de relacionamento para ampliar suas experiências de televisão e vídeo. De acordo com o estudo, os laptops rivalizam com a televisão na veiculação de conteúdo de vídeo em residências desses dois países.
Os resultados também mostram que, globalmente, enquanto os serviços free-to-air estão disponíveis para 65% dos telespectadores, em comparação com os 60% dos serviços de TV paga, a preferência do usuário continua sendo pela TV por assinatura. No Brasil, 66% e, no México, 63% dos usuários têm acesso a serviços gratuitos; 60% no Brasil e 73% no México têm acesso a serviços pagos. O estudo de hábitos de consumo de vídeo foi realizado com cerca de 9 mil consumidores em 16 mercados e aponta que as mídias de relacionamento estão mudando a maneira como o consumidor assiste a vídeos, embora a taxa de adoção varie de acordo com a região. No Brasil e no México, por exemplo, 61% e 64% dos entrevistados, respectivamente, já usaram e-mail, chat via mensagem instantânea ou rede de relacionamento para conversar com amigos que assistiam ao mesmo programa ou conteúdo de vídeo.
Em comparação, 46% dos entrevistados em nível global já compartilharam conteúdo dessa maneira. Dos 61% dos brasileiros e 64% dos mexicanos que usam redes sociais enquanto assistem a conteúdo de vídeo, 46% e 55%, respectivamente, disseram que esse tipo de comportamento já é parte normal da experiência de telespectador. E 82% dos pesquisados brasileiros e 80% dos mexicanos disseram que estariam dispostos a trocar suas operadoras de TV por outras que oferecessem esses serviços integrados. 
Os mercados emergentes demonstram a disposição de ampliar suas experiências televisivas com novos serviços. Ao todo, 42% dos brasileiros e 40% dos mexicanos gostariam de ter algo que os ajudasse a conectar dispositivos pessoais ao televisor, para compartilhar músicas, filmes e fotos, e que também oferecesse suporte contínuo. O estudo mostra que 40% dos mexicanos e 37% dos brasileiros querem ter recomendações com base nos programas assistidos anteriormente, e que possam compartilhar esse tipo de conteúdo com os amigos. Em nível global, 23% dos entrevistados gostariam de ver um serviço de televisão que oferecesse recomendações e 26% gostariam de ter dispositivos e serviços conectados. Para mais informações, visite motorola.com/mobility.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mais números das rdes sociais

O Facebook, rede social online criada por Mark Zuckerberg, teve um crescimento de mais de 100% no Brasil nos últimos seis meses e já é o líder entre os sites de rede social em 119 países do mundo, segundo serviços de monitoramento de tráfego. Um mapeamento do tráfego de sites de rede social feito pelo designer gráfico e especialista em mídias sociais italiano Vicenzo Cosenza, que analisou 134 países em todo o mundo entre 2009 e 2011, mostra que o site americano ganhou terreno nos últimos meses e caminha para a hegemonia global.
Nos últimos dois anos, além de dobrar o número de usuários no Brasil e ameaçar o último reduto do Orkut, o Facebook alcançou a liderança em 38 novos países. Atualmente, uma em cada nove pessoas utiliza o serviço no mundo.
De acordo com o Social Bakers, serviço de estatísticas do Facebook, o número de usuários brasileiros do serviço cresceu 133% nos últimos seis meses. Com 21 milhões de usuários, o Brasil se tornou o nono país do mundo e o primeiro país da América do Sul em presença no site, que já tem cerca de 750 milhões de usuários no mundo. Na América Latina, a rede social online já é líder em pelo menos 19 países.

Presença do Brasil
A adesão dos brasileiros ao Facebook é confirmada pela empresa de pesquisa de dados americana ComScore. Entre maio de 2010 e maio de 2011, o número de visitantes do site cresceu 172% no Brasil, contra somente 20% do Orkut.
A visualização de páginas do Facebook também cresceu 615% em um ano, enquanto no Orkut, elas caíram 9%. De acordo com o serviço de monitoramento de tráfego na internet Alexa, uma das fontes utilizadas por Vicenzo Cosenza em sua análise, o Facebook já é o terceiro site mais visitado no Brasil. O Orkut estaria em sétimo lugar.
No entanto, o serviço Google Trends e a comScore ainda registram o Orkut à frente do Facebook em visitas e pageviews no país.
Atualmente, segundo o Alexa, o Facebook é o site mais visitado em 15 países, que incluem México, Argentina, Peru, Chile Egito e Grécia. Nos Estados Unidos e na maior parte da Europa, ele fica em 2º lugar, atrás do Google.

Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Moda brasileira by Pamina Bou

A diversidade cultural do Brasil combinada com o crescimento da indústria da moda nacional atraiu os olhares da pesquisadora Pamina Rebbeca Bou, do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Cambridge, Inglaterra. A pesquisadora desenvolve tese de mestrado sobre o tema nas áreas de antropologia e economia. Ela disse que esse deve ser o primeiro trabalho que aborda em detalhes as características regionais do setor de vestuário no Brasil realizado em uma língua estrangeira. Não se encontra, por exemplo, literaturas sobre o tema em inglês e/ou espanhol. A pesquisa final deve ser publicada em julho de 2011. A pesquisadora também pretende criar um espaço na internet para compartilhar tanto os resultados do estudo como os materiais que coletou ao longo das suas pesquisas no Brasil.
Fonte: Abit