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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Celulares e internet

O Brasil deve fechar 2011 com 27 milhões acesso à banda larga, o que representa uma penetração de 10% sobre a população e uma alta de 36% em relação a 2010, segundo pesquisa da consultoria IDC Brasil divulgados nesta quarta-feira (21). Os acessos móveis são os que mais crescem, podendo mais que dobrar no final do ano para 11 milhões de acessos, entre modems 3G e acessos por smartphone. Os dados da companhia não incluem o mercado pré-pago. No segundo trimestre, o país registrou 23 milhões acesso, sendo 10 milhões por redes fixas de ADSL, 5 milhões por modems 3G e 3 milhões por smartphone. Este último teve um crescimento de 30% com relação ao primeiro trimestre e deve chegar a 5 milhões no final do ano. “A internet móvel cresce a um ritmo muito mais rápido que o fixo”, afirmou o analista de telecomunicações do IDC, Samuel Rodrigues. Segundo ele, no final de 2010, eram 1,8 milhões de acessos via smartphone. O IDC também informou que mais de 50% dos acessos à banda larga do país são de velocidades ofertadas de entre 1 e 4 Mbps, e que a tendência para os próximos anos são as ofertas acima de 5 Mbps. Rodrigues também afirmou que o investimento médio das operadoras por ano é de R$ 15 bilhões.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Políticas afirmativas na educação

Cerca de 43% dos estudantes das universidades federais são das classes C, D e E. O percentual de alunos de baixa renda é maior nas instituições de ensino das regiões Norte (69%) e Nordeste (52%) e menor no Sul (33%). É o que mostra pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que será lançada hoje (3), sobre o perfil dos estudantes das universidades federais.
Para a Andifes, o resultado do estudo, que teve como base 22 mil alunos de cursos presenciais, desmistifica a ideia de que a maioria dos estudantes das federais é de famílias ricas. Os dados mostram, entretanto, que o percentual de alunos das classes mais baixas permaneceu estável em relação a outras pesquisas feitas pela entidade em 1997 e 2003. Segundo o presidente da Andifes, João Luiz Martins, as políticas afirmativas e a expansão das vagas nas federais mudaram consideravelmente o perfil do estudante. A associação avalia que se não houvesse as políticas afirmativas, o atendimento aos alunos de baixa renda nessas instituições teria diminuído no período.
Martins destaca que se forem considerados os estudantes com renda familiar até cinco salários mínimos (R$ 2.550), o percentual nesse grupo chega a 67%. Esse é o público que deveria ser atendido – em menor ou maior grau – por políticas de assistência estudantil. A entidade defende um aumento dos recursos para garantir a permanência do aluno de baixa renda na universidade. “Em uma família com renda até cinco salários mínimos, com três ou quatro dependentes, a fixação do estudante  na universidade é um problema sério”, diz Martins, que é reitor da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). O estudo identifica que 2,5% dos alunos moram em residência estudantil. Cerca de 15% são beneficiários de programas que custeiam total ou parcialmente a alimentação e um em cada dez recebe bolsa de permanência.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mais números das rdes sociais

O Facebook, rede social online criada por Mark Zuckerberg, teve um crescimento de mais de 100% no Brasil nos últimos seis meses e já é o líder entre os sites de rede social em 119 países do mundo, segundo serviços de monitoramento de tráfego. Um mapeamento do tráfego de sites de rede social feito pelo designer gráfico e especialista em mídias sociais italiano Vicenzo Cosenza, que analisou 134 países em todo o mundo entre 2009 e 2011, mostra que o site americano ganhou terreno nos últimos meses e caminha para a hegemonia global.
Nos últimos dois anos, além de dobrar o número de usuários no Brasil e ameaçar o último reduto do Orkut, o Facebook alcançou a liderança em 38 novos países. Atualmente, uma em cada nove pessoas utiliza o serviço no mundo.
De acordo com o Social Bakers, serviço de estatísticas do Facebook, o número de usuários brasileiros do serviço cresceu 133% nos últimos seis meses. Com 21 milhões de usuários, o Brasil se tornou o nono país do mundo e o primeiro país da América do Sul em presença no site, que já tem cerca de 750 milhões de usuários no mundo. Na América Latina, a rede social online já é líder em pelo menos 19 países.

Presença do Brasil
A adesão dos brasileiros ao Facebook é confirmada pela empresa de pesquisa de dados americana ComScore. Entre maio de 2010 e maio de 2011, o número de visitantes do site cresceu 172% no Brasil, contra somente 20% do Orkut.
A visualização de páginas do Facebook também cresceu 615% em um ano, enquanto no Orkut, elas caíram 9%. De acordo com o serviço de monitoramento de tráfego na internet Alexa, uma das fontes utilizadas por Vicenzo Cosenza em sua análise, o Facebook já é o terceiro site mais visitado no Brasil. O Orkut estaria em sétimo lugar.
No entanto, o serviço Google Trends e a comScore ainda registram o Orkut à frente do Facebook em visitas e pageviews no país.
Atualmente, segundo o Alexa, o Facebook é o site mais visitado em 15 países, que incluem México, Argentina, Peru, Chile Egito e Grécia. Nos Estados Unidos e na maior parte da Europa, ele fica em 2º lugar, atrás do Google.

Fonte: BBC Brasil