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quinta-feira, 22 de março de 2012

Why Facebook is the future of workplace surveillance

Enviado por: "PAULO R. C. BARROS" paulorcbarros@uol.com.br   paulorcbarros


Want a job at a public agency? Well, you'd better be prepared to hand over your Facebook password or "friend" the HR department rep during your interview. Over the past few years, people applying for jobs that range from statistician to security guard have discovered that potential employers want more than references. They want access to everything these applicants have classed as "private" on their Facebook pages. So much for those privacy settings protecting you from the prying eyes of colleagues.

According to Manuel Valdes and Shannon Mcfarland, writing for the Associated Press
<http://io9.us1.list-manage.com/track/click?u=251e609e1dba3888b86\c21cc8&id=05b91f8414&e=db45ec4aee> , job seekers all across the country have reported having to hand over Facebook passwords or to log into their accounts during interviews. Mostly, these interviews have been for public agencies, many of which are associated with law enforcement or emergency response. Employers say that looking at people's private Facebook pages is better than a background check, because people's online friends know them better than real-life friends and neighbors.

The situation has gotten so creepy that the ACLU has stepped in to protect job applicants' right to privacy. Thanks to their work, and that of other civil liberties organizations, Illinois and Maryland lawmakers are considering legislation that would forbid public agencies from asking for access to job seekers' accounts on social networks.

Valdes and McFarland describe the first case of Facebook prying that came to the ACLU's attention:

Back in 2010, Robert Collins was returning to his job as a security guard at the Maryland Department of Public Safety and Correctional Services after taking a leave following his mother's death. During a reinstatement interview, he was asked for his login and password, purportedly so the agency could check for any gang affiliations. He was stunned by the request but complied.

"I needed my job to feed my family. I had to," he recalled.

After the ACLU complained about the practice, the agency amended its policy, asking instead for job applicants to log in during interviews.

"To me, that's still invasive. I can appreciate the desire to learn more about the applicant, but it's still a violation of people's personal privacy," said Collins, whose case inspired Maryland's legislation.

While Collins was checked for "gang affiliations," other state agencies say they are checking for "inappropriate photos." Because it's not like "inappropriate photos" are a matter of subjective interpretation. And just remember, people who want to mess with you can always tag an "inappropriate photo" with your name and make it show up on your Facebook page just in time for that job interview.

Welcome to the new surveillance state, where you and your "friends" provide all the ammunition your future employers need to not hire you. I would not be surprised if the practice of handing over your Facebook password to employers becomes commonplace. Time for your monthly Facebook check and drug test!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Concurso de Estampas

Estão abertas até o dia 3 de outubro (prazo prorrogado) as inscrições para o I Concurso de Estampas Conexão Mata Atlântica, promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica. Com o objetivo de incentivar a promoção de trabalhos e de estimular a produção gráfica, o concurso vai premiar um participante com a utilização de sua estampa nos produtos da Fundação SOS Mata Atlântica e conceder diversos brindes ao ganhador. Para participar, os interessados devem criar uma estampa com o tema 'Meu Ambiente – 25 anos da SOS Mata Atlântica'. Depois, deve ser feito um cadastro na comunidade Conexão Mata Atlântica, no endereço www.conexaososma.org.br. Os dez finalistas vão ser definidos através de votação online, com o botão ‘curtir’ do Facebook, para então ser definida a estampa premiada pelos jurados.
O regulamento do concurso pode ser acessado neste link (lembrando que as inscrições tiveram seu prazo prorrogado). Para mais informações ou dúvidas, entre em contato através do email sosma@educartis.com.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Facebook quer investir em cinema e música

A rede social mais usada no mundo, o Facebook, quer contratar nomes da indústria de cinema e música dos Estados Unidos. O site já teria entrado em contato com Jason Hirschorn, ex-executivo da MTV e do Myspace, mas, por enquanto, não fechou acordo. As informações são do site Notícias BR.
Aliar-se a grupos midiáticas parece ser o único caminho para que a empresa de Zuckerberge continue crescendo e não perca espaço para outras redes sociais. Em 2010, o Facebook obteve parceria com um dos conselheiros de Walt Disney, e estúdios de cinema já lançam filmes que podem ser vistos no site. A possibilidade do aumento de serviços será avaliada na próxima conferência anual de desenvolvedores, em São Francisco. Outras redes também pensam dessa forma. Em novembro, o Twitter contratou o ex-executivo da Crative Artists Agency.

Fonte: Portal Imprensa

domingo, 25 de setembro de 2011

Redes sociais têm poder sobre conteúdo publicado pelo usuário

Sabe aquela foto do seu cachorro que fez sucesso entre os amigos no Facebook? E se ela fosse usada em uma propaganda, sem que você fosse consultado nem recebesse nada por isso? Pode? Em teoria, sim. E, se você achava que não, é porque nunca deu atenção aos termos de uso e às políticas de privacidade da rede social.
Tal regra não é exclusividade do Facebook. Quem tem conta no Twitter, no Google+ ou no Orkut permite, ao clicar "li" e "aceito" no cadastro, que esses serviços usem, quase sem restrições, as informações pessoais ali publicadas --até para integrar anúncios. Apesar de prevista nas letras miúdas do regulamento dos quatro sites, essa política não torna nenhum deles
responsável pelo conteúdo publicado por usuários, como ficou claro em decisão do Superior Tribunal de Justiça.
Na semana passada, a corte isentou o Google de indenizar um usuário que teve um perfil falso criado no Orkut. Decidiu-se que os sites não são obrigados a fiscalizar previamente o conteúdo.
"O provedor só é responsável, se, depois de notificado, não tomar nenhuma atitude", diz Victor Haikal, especialista em direito digital do escritório PPP Advogados.
Os contratos têm outros pontos controversos, como a liberdade que as redes têm de alterar as regras a qualquer momento, sem notificar os usuários, e alguns insólitos, como a restrição (legalmente nula no Brasil) de uso do Facebook por quem já cumpriu pena por crime sexual.
Quem possui contas nessas quatro redes sociais supostamente leu mais de 160 mil caracteres de regras. É mais do que Gabriel García Márquez precisou para, em 1981, contar a "Crônica de uma Morte Anunciada".

Fonte: Leonardo Luís e Lucas Sampaio - Folha de S. Paulo

sábado, 17 de setembro de 2011

Twitter, Facebook e o povo na rua: a novidade é suficiente?

Um novo fenômeno social está se consolidando em diversas partes do mundo: a convocação de mobilizações e protestos sociais a partir do uso de redes sociais da internet. Em alguns países, essas manifestações levaram a conseqüências políticas mais sérias, em outros não. Mas, ninguém pode negar que estamos presenciando um novo tipo de fenômeno social.
No último dia 7 de setembro, por ex., os noticiários brasileiros deram destaques a diversas manifestações contra a corrupção no Brasil. Sem entrar em discussão aqui sobre o problema da corrupção no Brasil –que não é só culpa ou responsabilidade dos políticos, pois há corruptores da área privada– ou da democracia nos países árabes, eu quero focar a atenção sobre esta novidade de manifestações sociais mais ou menos espontâneas através do uso de redes sociais.
Uma das características desses movimentos é que não há um líder carismático ou político visível, nem um partido ou um grupo político dirigindo por detrás dessas manifestações. As redes sociais, como facebook ou twitter, permitem que insatisfações sociais dispersas se articulem de uma forma mais ou menos "espontânea”, como um vírus que se espalha e se multiplica aproveitando dessa insatisfação.
Diante dessa realidade social nova, há muitos que proclamam que a era da política ou das articulações políticas já passou e que vivemos agora o tempo das mobilizações sociais que prescindiriam do campo político para gerar transformações sociais ou para criar uma sociedade alternativa. No fundo, a nova tecnologia possibilitaria o sonho antigo de uma sociedade sem política, isto é uma sociedade sem Estado: uma sociedade anarquista. Continue lendo.

Fonte: Adital

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ibope desmente dados da IstoÉ

O Ibope Nielsen Online publicou uma nota nesta segunda-feira (5/9) em que questiona as informações da revista IstoÉ Dinheiro deste fim de semana. A publicação afirmava que o Facebook havia superado, em agosto, o número de adesões do Orkut no País. No comunicado, o instituto de pesquisas afirma que os dados de internet, referentes a agosto, usados pela revista ainda não foram fechados. Segundo sua política, o Ibope “não divulga dados de players”.
Na matéria, o editor de Tecnologia e repórter da da IstoÉ, Clayton Melo, afirma que dados do Ibope Nielsen apontam que o Facebook teria cerca de 30 milhões de usuários ativos, enquanto o Orkut se mantinha na casa dos 29 milhões. Melo disse ao Portal Terra que as informações foram obtidas de uma fonte segura e que os dados seriam confirmados quando a pesquisa finalizada fosse divulgada. A rede social de Mark Zuckerberg anunciou em 18 de agosto que pretende abrir um escritório no Brasil. Na ocasião, a empresa declarou que o Facebook detinha 25 milhões de usuários brasileiros.

domingo, 21 de agosto de 2011

Pesquisa aponta 'fadiga de redes sociais' em usuários

Uma pesquisa realizada por uma consultoria especializada em tecnologia da informação identificou que, apesar de estar em crescimento, há 'sinais de fadiga' no uso de redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, entre segmentos de usuários em diversos países. A pesquisa da consultoria Gartner ouviu 6,3 mil pessoas entre 13 e 74 anos de idade, em 11 países desenvolvidos e emergentes, incluindo no Brasil. Do total, 37% dos respondentes disseram ter aumentado o uso de redes sociais, principalmente entre os mais jovens. Por outro lado, 24% disseram que estão usando as redes sociais menos do que no início.
O fato de 31% do grupo na categoria 'aspirantes' (mais jovens, que circulam por vários ambientes e com uma percepção mais aguçada sobre as marcas) indicarem que estão cansados de redes sociais é algo que os provedores dessas redes devem monitorar, porque eles precisarão inovar e variar para manter a atenção do consumidor. Os conteúdos de marca precisam ser inovadores e capazes de capturar a atenção das pessoas imediatamente. A nova geração de consumidores é incansável e tem uma janela curta de atenção, e é preciso muita criatividade para criar impacto significativo.
Para os entrevistados, a exposição da privacidade é a razão mais forte para desistir de usar as redes sociais. Em seguida, vem a superficialidade dos comentários postados por outros usuários. Em seguida, a questão da privacidade volta, com os usuários dizendo que usam menos as redes sociais porque não querem que os seus contatos saibam demais sobre a sua vida. Na outra ponta do 'espectro do entusiasmo', as diferenças etárias são muito menos marcadas, com uma proporção consistente de pessoas dizendo que estão usando menos as redes sociais.
Brasil
A pesquisa ouviu 581 pessoas no Brasil, onde o Orkut ainda é o líder de usuários, seguido pelo YouTube e pelo Facebook. O Brasil é normalmente é citado como um dos países que adotam com entusiasmo as redes sociais, mas nossa amostra de respondentes não exibiu essa tendência forte de uso. O uso foi médio, centrado principalmente no Orkut e no Facebook, com uma das taxas mais altas de uso de Internet Messenger e sites de chat entre os usuários com até 40 anos.
Entre os usuários brasileiros, a pesquisa notou um nível maior de preocupação com a privacidade que outros países. Entre os entrevistados brasileiros, 46% se disseram preocupados com o tema, ante uma média geral de 33% de usuários.

Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mais números das rdes sociais

O Facebook, rede social online criada por Mark Zuckerberg, teve um crescimento de mais de 100% no Brasil nos últimos seis meses e já é o líder entre os sites de rede social em 119 países do mundo, segundo serviços de monitoramento de tráfego. Um mapeamento do tráfego de sites de rede social feito pelo designer gráfico e especialista em mídias sociais italiano Vicenzo Cosenza, que analisou 134 países em todo o mundo entre 2009 e 2011, mostra que o site americano ganhou terreno nos últimos meses e caminha para a hegemonia global.
Nos últimos dois anos, além de dobrar o número de usuários no Brasil e ameaçar o último reduto do Orkut, o Facebook alcançou a liderança em 38 novos países. Atualmente, uma em cada nove pessoas utiliza o serviço no mundo.
De acordo com o Social Bakers, serviço de estatísticas do Facebook, o número de usuários brasileiros do serviço cresceu 133% nos últimos seis meses. Com 21 milhões de usuários, o Brasil se tornou o nono país do mundo e o primeiro país da América do Sul em presença no site, que já tem cerca de 750 milhões de usuários no mundo. Na América Latina, a rede social online já é líder em pelo menos 19 países.

Presença do Brasil
A adesão dos brasileiros ao Facebook é confirmada pela empresa de pesquisa de dados americana ComScore. Entre maio de 2010 e maio de 2011, o número de visitantes do site cresceu 172% no Brasil, contra somente 20% do Orkut.
A visualização de páginas do Facebook também cresceu 615% em um ano, enquanto no Orkut, elas caíram 9%. De acordo com o serviço de monitoramento de tráfego na internet Alexa, uma das fontes utilizadas por Vicenzo Cosenza em sua análise, o Facebook já é o terceiro site mais visitado no Brasil. O Orkut estaria em sétimo lugar.
No entanto, o serviço Google Trends e a comScore ainda registram o Orkut à frente do Facebook em visitas e pageviews no país.
Atualmente, segundo o Alexa, o Facebook é o site mais visitado em 15 países, que incluem México, Argentina, Peru, Chile Egito e Grécia. Nos Estados Unidos e na maior parte da Europa, ele fica em 2º lugar, atrás do Google.

Fonte: BBC Brasil

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Vipreview Vicunha

Ser convidado à próxima edição do São Paulo Fashion Week e assistir a um dos desfiles mais comentados do evento. Esse é o prêmio que a Vicunha dará a quem se mostrar um verdadeiro expert em moda masculina em seu concurso cultural. O vencedor ganhará um par de convites para o desfile do estilista João Pimenta, um dos principais nomes da moda brasileira da atualidade. Para participar, é fácil! Basta acessar o site Vipreview (vipreview.com.br), espaço exclusivo da Vicunha focado em jeanswear e fazer o cadastro. Dentre as milhares de fotos do site, o candidato deverá escolher sete imagens que melhor representam a moda masculina no verão 2012 e enviar para o email vicunhavipreview@gmail.com. Cada participante vai ter suas fotos publicadas em um álbum individual na página do Vipreview no Facebook (facebook.com/pagevipreview) e aquele que for mais curtido pelos fãs da página ganha os convites. O período de envio de material vai até o 31 de maio e a votação fica aberta até 5 de junho. O resultado sairá no dia seguinte, 6, na página do Vipreview do Facebook.