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domingo, 18 de setembro de 2011

Mundo deve gerar 1,8 ZB em 2011 e 8 ZB em 2015

As mudanças que ocorrem no mundo da internet hoje, com a explosão dos conteúdos, aplicativos e serviços on demand, além da diversidade e do crescimento dos dispositivos conectados, gerou um boom de dados, e 2011 deve fechar com um total de 1,8 zettabytes (um ZB corresponde a 10²¹ de bytes)e 500 quatrilhões de arquivos. Os dados da consultoria IDC, foram apresentados nesta terça-feira (13) pelo presidente da companhia no Brasil, Mauro Peres, em mesa redonda com executivos do setor de TI e telecomunicações durante a Futurecom 2011, em São Paulo.
Peres afirmou que a geração de dados mundial deve dobrar anualmente, chegando a 8 ZB em 2015 e 1 bilhão de pessoas conectadas. Ainda de acordo com o estudo da IDC, em 2020, o mundo irá contabilizar 1,9 bilhão de PCs, 2,6 bilhões de smartphones, 25 bilhões de dispositivos inteligentes e 1,3 trilhão de sensores ligados à rede, o que deve gerar um total de 400 trilhões de conexões por dia. Já o diretor geral da Intel Brasil, Fernando Martins, lembrou que, no Brasil, a taxa de crescimento deste tráfego de dados deve ser o dobro da média mundial.
Para Peres, esse crescimento exponencial deve gerar uma série de dificuldades para as empresas, que já gastaram cerca de US$ 4 trilhões desde 2005 para estruturar apenas 10% do volume total de informações, apesar da queda nos custos. Segundo o estudo, o custo desse gerenciamento era de US$ 20 por gigabyte em 2005, e a expectativa do IDC é de que esse valor chegue a cerca de US$ 1 por gigabyte em 2015.
No setor corporativo, outro fator que traz problemas é o crescimento da indústria de TI, que não acompanha esse boom de dados. Segundo Peres, até 2020, o volume de arquivos para gerenciar deve aumentar em 70 vezes, enquanto o número de servidores no mundo deve crescer em apenas 10 vezes e o número de profissionais de TI, 1,5 vez.

Fonte: Tele Síntese

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Notícias na internet

Grande parte dos internautas brasileiros usa a web com a principal finalidade de ler notícias. O índice de 40% perde apenas para a troca de e-mails, preferida por 44%. Em seguida vem o acesso a informações gerais em sites de busca (39%) e mídias sociais (39%). As informações fazem parte de um estudo realizado pela GfK, 4ª maior empresa de pesquisa de mercado no Brasil.
Com 40% das citações, a leitura de notícias na web é costume mais comum entre os que tem mais de 56 anos (59%), enquanto que o percentual cai para 31% entre os mais jovens, com idade dos 18 aos 24 anos.
Dos 39% que têm o relacionamento nas mídias sociais como principal atividade na internet, 61% estão na faixa etária entre 18 a 24 anos e 47% na faixa de 25 a 34 anos.
O uso da Internet para compras online ainda é restrito (9%), apesar do grande crescimento do comércio eletrônico nos últimos anos. Fora do trabalho e escola, 40% dos entrevistados afirmam que reservam de 1 a 2 horas por dia para usar a internet para fins pessoais, 18% usam menos que uma hora por dia e 19% não usam a Internet todo dia.


domingo, 21 de agosto de 2011

Brasil é o 3º do mundo em consumo de PCs PCs no Brasil

Segundo o IDC Brasil (filial da International Data Corporation), no País, foram vendidos entre abril e junho deste ano 95 mil computadores a mais que no Japão o que nos fez bater recorde para um terceiro trimestre e assumir a 3ª posição mundial em consumo de computadores pessoais. A notícia, divulgada nesta terça-feira, 16, chega no mesmo dia em que a e-Bit publicou seu relatório semestral sobre e-commerce no Brasil. No total, foram comercializadas 3,8 milhões de máquinas, 12,5% mais que o registrado no mesmo período de 2010. Agora, o Brasil só fica atrás de Estados Unidos e China. Os números são resultado do estudo Brazil Quarterly PC Tracker que também apontou que cada vez mais brasileiros estão curtindo a mobilidade e economia de espaço dos notebooks. Do total de unidades comercializadas, 48,5% eram desktops e 51,5%, notebooks. Além disso, a maior parte das vendas foi feita para uso doméstico (69,5%), seguida pelo corporativo (25,8%) e pelo setor educacional/governo (4,7%).

Fonte: Meio & Mensagem

sábado, 13 de agosto de 2011

Barômetro de Engajamento de Mídia

Telespectadores brasileiros e mexicanos estão mudando seus tradicionais hábitos de consumo de vídeo em busca de um conteúdo mais variado. Esse é um dos principais resultados do Barômetro de Engajamento de Mídia da Motorola Mobility, estudo realizado no Brasil e no México pela Vanson Bourne, especializada em pesquisas do mercado de tecnologia. A pesquisa revela que os telespectadores mais jovens estão impulsionando a adoção de novos serviços, como vídeo via internet, e que consumidores no Brasil, México e outros mercados emergentes estão começando a adotar mídias de relacionamento para ampliar suas experiências de televisão e vídeo. De acordo com o estudo, os laptops rivalizam com a televisão na veiculação de conteúdo de vídeo em residências desses dois países.
Os resultados também mostram que, globalmente, enquanto os serviços free-to-air estão disponíveis para 65% dos telespectadores, em comparação com os 60% dos serviços de TV paga, a preferência do usuário continua sendo pela TV por assinatura. No Brasil, 66% e, no México, 63% dos usuários têm acesso a serviços gratuitos; 60% no Brasil e 73% no México têm acesso a serviços pagos. O estudo de hábitos de consumo de vídeo foi realizado com cerca de 9 mil consumidores em 16 mercados e aponta que as mídias de relacionamento estão mudando a maneira como o consumidor assiste a vídeos, embora a taxa de adoção varie de acordo com a região. No Brasil e no México, por exemplo, 61% e 64% dos entrevistados, respectivamente, já usaram e-mail, chat via mensagem instantânea ou rede de relacionamento para conversar com amigos que assistiam ao mesmo programa ou conteúdo de vídeo.
Em comparação, 46% dos entrevistados em nível global já compartilharam conteúdo dessa maneira. Dos 61% dos brasileiros e 64% dos mexicanos que usam redes sociais enquanto assistem a conteúdo de vídeo, 46% e 55%, respectivamente, disseram que esse tipo de comportamento já é parte normal da experiência de telespectador. E 82% dos pesquisados brasileiros e 80% dos mexicanos disseram que estariam dispostos a trocar suas operadoras de TV por outras que oferecessem esses serviços integrados. 
Os mercados emergentes demonstram a disposição de ampliar suas experiências televisivas com novos serviços. Ao todo, 42% dos brasileiros e 40% dos mexicanos gostariam de ter algo que os ajudasse a conectar dispositivos pessoais ao televisor, para compartilhar músicas, filmes e fotos, e que também oferecesse suporte contínuo. O estudo mostra que 40% dos mexicanos e 37% dos brasileiros querem ter recomendações com base nos programas assistidos anteriormente, e que possam compartilhar esse tipo de conteúdo com os amigos. Em nível global, 23% dos entrevistados gostariam de ver um serviço de televisão que oferecesse recomendações e 26% gostariam de ter dispositivos e serviços conectados. Para mais informações, visite motorola.com/mobility.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Classe C na Internet


As famílias com renda igual ou menor a R$ 3 mil representaram 61% dos novos clientes do comércio eletrônico no Brasil neste primeiro semestre, segundo levantamento da empresa de informações do setor e-bit. "Percebemos que esse consumidor chega ao novo canal já adquirindo produtos de alto valor agregado como eletrodomésticos, eletrônicos e artigos de informática", destacou em nota à imprensa a e-bit. Os consumidores da classe C participaram com 46,5% das vendas consolidadas do setor nos seis primeiros meses deste ano, porcentual superior ao do mesmo período de 2010 (45,5%) e de 2009 (44,6%). O tíquete médio dos consumidores da classe C somou R$ 320, enquanto entre todas as classes somou R$ 355, no primeiro semestre. Apenas entre os novos entrantes da classe C o tíquete médio neste primeiro semestre foi de R$ 340.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Celulares

O Brasil fechou o primeiro semestre de 2011com 217,3 milhões de telefones celulares, informou nesta terça-feira (26) a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Apenas em junho, o país ganhou 2,3 milhões de novos aparelhos. De acordo com a agência, a teledensidade (número de aparelhos por pessoa) chegou a 111,6 para cada cem habitantes no país. A maior densidade está no Distrito Federal, com 190,88 aparelhos para cada 100 habitantes. O relatório aponta ainda que as operadoras Claro e Tim estão empatadas na segunda posição em participação de mercado, com 25,55% cada. A liderança continua com a Vivo, com 29,47% do mercado, o que equivale a 64.049.114 acessos.

Internet móvel

No Brasil, o acesso à internet por dispositivos móveis cresceu 138% no último ano, segundo dados da empresa de consultoria em telecomunicações Teleco. O estudo revela ainda que, entre as diversas funções do ciberespaço, as redes de relacionamento estão entre as que ganham mais acesso. Cerca de 30% dos usuários futricam os perfis pelo celular. O fenômeno deve-se ao crescimento das vendas de smartphones. Dados da International Data Corporation (IDC) estimam que em 2011 a venda desses telefones portáteis deve crescer 55%. Com a chegada de fábricas desses produtos ao país e a diminuição dos impostos, a expectativa é de que o consumo supere o planejado. No exterior, já é possível ter diferenças nas aquisições. A The Nielsen Company divulgou que 23% dos celulares em uso nos Estados Unidos têm dispositivos de conexão. Em 2009, eram 16%.
Ao acompanhar o progresso eletrônico, a tendência é que até o fim deste ano o número de usuários de banda larga móvel seja de 32 milhões no Brasil. Já os de banda fixa serão 17 milhões, de acordo com a Teleco.
Fonte: Correio Brasiliense

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Publicidade na internet cresce

O primeiro trimestre de 2011 registrou números otimistas para o mercado de publicidade online. Segundo o levantamento divulgado pela IAB (Interactive Advertising Bureau), os EUA alcançaram receita de US$ 7,3 bilhões. Os números não são os melhores da história (o quarto trimestre de 2010 acumulou US$ 7,45 bilhões), no entanto, se comparado ao mesmo período do ano passado, o crescimento bateu recorde, com 23% de avanço.
Os números mostram, ainda, que os gastos mundiais com publicidade online saiu de US$ 15,9 bilhões no primeiro trimestre do ano passado, para US$ 18,2 bilhões no mesmo período deste ano, o que representa mais 14,3%. Só os EUA gastaram US$ 8,1 bilhões no primeiro trimestre de 2011, frente aos US$ 7,1 bilhões do ano passado. O estudo prevê que os EUA cresça 13,3% no próximo trimestre e 13,8% no total em 2011. Em 2010, os números chegaram a US$ 26 bilhões investidos no online.
De acordo com o IDC, o Google acaba de ultrapassar o Yahoo! como plataforma de publicidade em mecanismso de busca e sites afiliados, tomando com 14,7% do mercado, enquanto o Yahoo detém 12,3%. Com queda, a Microsoft representa 6,5%, enquanto o Facebook subiu para 8,8%.

Fonte: Portal imprensa

Ibope confirma 58,6 milhões de internautas

O total de pessoas com acesso à internet no trabalho ou em domicílios chegou a 58,6 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Considerando somente os domicílios, a quantidade de pessoas que moram em residências em que há a presença de computador com internet já é de 55,5 milhões.
Das pessoas com acesso no trabalho ou em domicílios, 45,7 milhões foram usuários ativos em maio de 2011, o que significou um crescimento de 6,8% em relação ao mês anterior e de 23% na comparação com os 37,3 milhões de maio de 2010.
O crescimento do uso da internet em domicílios é ainda maior. Das 55,5 milhões de pessoas com acesso domiciliar, o número de usuários ativos em maio de 2011 chegou a 37,2 milhões, ou 30% mais que os 28,5 milhões de maio de 2010. Em dois anos, o total de usuários ativos mensais em residências cresceu 46%.
Em maio de 2011, a categoria que registrou o maior crescimento percentual do número de usuários únicos foi a de sites de automóveis, com evolução de 10,9% em relação ao mês anterior, chegando a 10,3 milhões de usuários únicos. A categoria Automotivo cresceu estimulada por publicidade na internet, que atraiu audiência para sites da subcategoria Fabricantes de Automóveis.
Segundo o AdRelevance, serviço do IBOPE Nielsen Online que monitora a publicidade online, o número de campanhas realizadas por anunciantes da categoria Veículos, Peças e Acessórios aumentou 26% em maio em relação a abril, sobretudo devido ao aumento da atividade publicitária de anunciantes de carros de passeio nacionais.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Vendas e twitter

Mais do que um espaço de entretenimento, as redes sociais ganham relevância na decisão de compra dos consumidores, segundo pesquisa realizada pela Oh! Panel em seis países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru).
Do total de 1.258 entrevistados, 71,4% afirmaram ter encontrado comentários e recomendações de marcas, produtos e serviços que gostariam de adquirir. As opiniões mais confiáveis, para 79%, são as postadas por amigos e conhecidos, que certamente influenciam sua decisão de compra. Já 72,8% admitem confiar mais na recomendação dos colegas do que no parecer de especialistas.
O estudo, encomendado pelo MercadoLivre, indica que 58,9% dos entrevistados buscam informações sobre produtos e serviços em mídias como Facebook, Orkut e Twitter antes de efetuar sua compra. Este número é ainda mais expressivo entre os brasileiros, superando 61,4% - o maior índice entre todos os países que participaram do levantamento.
Fãs das marcas As redes sociais também representam uma oportunidade para as empresas criarem um vínculo de fidelização com o seu público. De cada 10 entrevistados, 4 disseram serem seguidores de alguma marca. Na maior parte dos casos, este interesse é motivado pela vontade de conhecer novos produtos e serviços (78,6%) ou encontrar ofertas (74,7%). Entre os brasileiros, o fanatismo por marcas é ainda maior: 81% dos usuários estão sempre de olho em novos produtos e serviços e 75,6% em produtos com descontos especiais.
O Brasil lidera entre os usuários que utilizam as redes sociais para adquirir produtos e serviços: 56%, enquanto a média dos seis países fica em 49,4%. No entanto, a grande maioria dos entrevistados (86,2%) continua utilizando prioritariamente estes canais para fazer contato com os amigos. Ou seja, a rede social mantém seu papel de relacionamento interpessoal no espaço virtual e o que se verifica é uma diversificação nas atividades e funções, que passam a agregar comércio eletrônico, informação e interação com empresas e marcas, afirma Helisson Lemos, diretor-geral do MercadoLivre no Brasil.



Fonte: Convergência Digital/FNDC